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Na sexta edição, a temática da simbiose ganha vida tanto na sensibilidade das instalações artísticas quanto na inteligência coletiva das mesas de economia criativa
Arte que pulsa,debates que transformam: a simbiose dita o tom das instalações e mesas de economia criativa. O RIW Pop&Tech oferece ao público do Rio Innovation Week uma verdadeira coleção de vivências distribuídas pelos 90 mil metros quadrados do Festival Global. O Evento traz artistas de estilos variados que irão sensibilizar os visitantes com obras que promovem uma reflexão sobre a simbiose: seus impactos e ensinamentos. Conectando conteúdo intelectual com arte, inovação e tecnologia, o RIW Pop&Tech promove encontros entre artistas e agentes da cultura em mesas e palestras exclusivas onde a tônica é romper fronteiras a partir do trabalho colaborativo.
A economia criativa ganha contornos monumentais na exposição Monumenta que se mostra do tamanho do próprio Rio Innovation Week. Ao longo de mais de 100 metros lineares dispostos estrategicamente em diálogo com a Baía de Guanabara, painéis gigantescos com mais de 5 metros dealtura utilizam tecnologia de lona retroiluminada para dar brilho e profundidade a imagens geradas por Inteligência Artificial. As artes fundem conexões neurais a formas orgânicas complexas, materializando visualmente o conceito de simbiose que rege esta sexta edição. Mais do que um espetáculo estético, a galeria à beira-mar funciona como um manifesto filosófico a céu aberto, confrontando o público com provocações urgentes.
Simbiose é, essencialmente, a ciência e a arte de conectar — e é exatamente isso que a Led Pulse realiza globalmente ao fundir inovação tecnológica e expressão artística em suas monumentais instalações imersivas. Sediado em Berlim e Hong Kong, o coletivo é referência mundial em exibições de LED volumétrico 3D de alta tecnologia. Após o impacto da obra DRAGON O2 no Rio Innovation Week em 2025, os artistas retornam ao festival com o trabalho inédito HU•MACHINE, em uma colaboração sinérgica com o RIW Pop&Tech. A experiência interativa explora os limites entre a intuição humana, a cognição mecânica e a consciência coletiva. Composta por 26 módulo se 156 mil LEDs, a obra opera como um verdadeiro organismo vivo que reage em tempo real à presença do público e de uma performance musical. Um exemplo máximo de simbiose em uma fusão perfeita onde o ser humano, o espaço e a máquina coabitam e transformam-se mutuamente.
A ciência de dados na obra Mega Domo, a maior instalação já realizada pelo artista visual turco Ferdi Allici em parceria com o RIW Pop Tech. Erguendo-se como um imponente monolito de quase dez metros de altura composto por placas de LED, a obra materializa o conceito de simbiose por meio da pioneira tecnologia de Data Sculpture. Allici, mente criativa por trás do internacionalmente renomado estúdio OUCHHH, transforma fluxos complexos de dados brutos em poesia visual em constante metamorfose. Neste ecossistema digital, a inteligência algorítmica e as forças da natureza fundem-se em um organismo estético único, revelando conexões invisíveis do nosso mundo. O público terá a oportunidade de mergulhar nos bastidores desse processo criativo em um dos colóquios exclusivos promovidos pelo RIW Pop&Tech, onde o artista compartilhará sua visão sobreo futuro da arte simbiótica.
A instalação imersiva Simbiose_MOX transforma a sexta edição do Rio Innovation Week em um palco de convergência absoluta entre arte, tecnologia e biologia por meio de um impactante túnel de 25 metros. De um lado da transição sensorial, painéis em backlight exibem imagens em alta definição que retratam a interdependência biológica na natureza, envelopados por cabos de LED pulsantes que remetem o público diretamente a complexas conexões neurais. No lado oposto, a matéria orgânica e os pixelsfundem-se em temporeal na live performance inédita assinada por Fabiana Prado e Carol Martins, do coletivo MOX, onde bailarinos interagem com uma videoinstalação temática. Essa coreografia sinergética humaniza as ferramentas digitais e materializa a própria essênciado festival, transformando o circuito à beira-mar em um manifesto vivo sobre o equilíbrio, a cooperação universal e a urgência de repensarmos o futuro de forma integrada.
O Rio Sense Lab materializa a simbiose definitiva entre a mente humana, os dados analíticos e a identidade urbana em um cubo imersivo localizado entre os Armazéns 3 e 4. Nesta experiência, o visitante percorre conteúdos vibrantes sobre os maiores ativos da cidade — como turismo, natureza, gastronomia, cultura e grandeseventos — enquantousa um capacete de alta tecnologia que realiza a leitura de suas respostas neurais em tempo real. Ao final da jornada, cada participante recebe uma análise personalizada que revela quais estímulos geraram maior engajamento, demonstrando na prática como dados e emoções biológicas coexistem. Com o conceito de simbiose e unindo de forma indissociável o poder público e a academia em uma colaboração sinérgica entre Riotur,SMDE, a startup Neurosense e o Parque Tecnológico da UFRJ.
Na sexta edição do Rio Innovation Week, a narrativa do artista Zé Vasconcellos eleva o conceito de simbiose de uma cooperação biológica a um manifesto metafísico, onde matéria, natureza e consciência coabitam em perfeita completude cósmica. Partindo de oito esferas, a instalação Simbioses narra o momento em que o metal e a água — em uma simbiose perfeita entre o sólido e o líquido — desencadeiam a química da transformação e dão o start à vida. Essa expansão de energia física rompe limites e transborda em biologia, materializando-se no voo livre de borboletas e pássaros que inauguram uma nova era.
Nesta edição, o diálogo deixa de ser apenas uma troca de ideias e passa a operar como uma forma pura de simbiose intelectual. Sob a curadoria de Julio Silveira e Paula Taitelbaum (do LER Festival do Leitor), o Palco Palavras e Encontros transforma-se no epicentro desse ecossistema vivo. Nele, vozes disruptivas que renovam a narrativa nacional
— como Itamar Vieira Junior, Cora Ronai, Mariana Carrara, Carmem Lucia e Ondjaki —provocam fricções criativas ao lado de pensadores como Alexandre Coimbra Amaral, Claudio Tebas e Andrea Pachá. Juntos, eles cruzam as fronteiras da ficção e das novas formas relacionais, provando que o pensamento contemporâneo só evolui quando corpos e mentes coabitam o mesmo espaço de debate.
Essa teia de conexões simbióticas ganha ainda mais potência com encontros que reúnem ícones da nossa identidade cultural, como Seu Jorge e Zélia Duncan; Fernanda Abreu e Frejat; ou reflexões profundas sobre arte e entre com os expoentes de renome internacional Vik Muniz, Beatriz Milhazes e o educador e pintor Charles Watson, além de diálogos sobre simbiose entre o artista carioca Ernesto Neto e o curador Marcello Dantas. O cineasta autor dos icônicos filmes “Rio” e “Era do Gelo”, Carlos Saldanha conversa com o estilista e ambientalista Oskar Metsavaht mediados pela apresentadora Didi Wagner tendo como denominador comum os oceanos, o cinema e as artes plásticas, além da dupla Estevão Ciavatta e Raphael Vandystadt, da agência de criativa Pororoca, que recebem a puxadora de samba da Beija Flor Jessica Martin. A programação estende essa sinergia à Conferência BPOM (Brasil para o Mundo), onde a forçado Soft Power brasileiro é debatida por nomes como Luiz André Calainho, Silvia Pfeifer, Benedita Casé, Dadá Coelho e a designer Ana Couto. Ao cruzar debates sobre economia criativa, ocupações urbanas e responsabilidade social, o festival consolida a ideia de que a arte não nasce no isolamento: ela é o resultado direto de uma simbiose viva, diversa e coletiva que projeta a nossa cultura para o futuro.
O cinema assume um papel transversal e vanguardista na sexta edição do Rio Innovation Week, transformando a sala de projeção em um laboratório imersivo para debater o impacto disruptivo da tecnologia no audiovisual. Promovida pela Academia Brasileira de Cinema, a série de colóquios do RIW Pop&Tech posiciona a sétima arte na vanguarda da economia digital por meio de painéis estratégicos como as aplicações da Inteligência Artificial no cinema une Cauê Oliveira Fanha (MinC), Tatiana Roque e o especialista em efeitos especiais Felipe Rebelo; o debate sobre o Brasil no Oscar com Rodrigo Teixeira, produtor de “Ainda Estou Aqui”, Renata Almeida Magalhães e André Pellenz aborda a engenharia de mercado por trás de produções globais de prestígio. Em perfeita simbiose com as transformações contemporâneas, o ciclo encerra-se com as atrizes e diretoras Leandra Leal e Barbara Paz na mesa sobre inovação na carreira.
A força da economia criativa reverbera em debates onde a pluralidade cultural e o empreendedorismo operam em simbiose absoluta, provando que a inovação floresce na intersecção de saberes. No Rio Ethical Fashion, a união entre a alta moda manifesta-se como o grande motor do soft power brasileiro nas visões de Lenny Niemeyer, Thomaz Azulay, Yamê Reis e Felipe Veloso. Essa sinergia estende-se ao Rio Talks, onde Luiz Antonio Simas decodifica a cultura popular como raiz essencial da inovação, enquanto Deborah Secco e Regina Casé desnudam as fronteiras do processo criativo e a ótica da artista empreendedora. O encerramento definitivo desta sexta edição ocorre na Plenária do Rio Innovation Week com um conversa com o produtor Felipe Vassão e Emicida, cujo pensamento sintetiza a simbiose perfeita entre arte, impacto social e tecnologia, consolidando o festival como um ecossistema vivo de mentes integradas para o futuro.
Ancorado no icônico Navio da Marinha, no Píer Mauá, o ecossistema TokenNation materializa a simbiose entre arte, tecnologia e novos modelos econômicos na sexta edição do Rio Innovation Week. Através de uma galeria exclusiva com 25 telas digitais e da instalação interativa Elementas, criada pelo artista Marlus Araújo, o espaço promove a coexistência perfeita entre a inteligência artificial, a inteligência humana e as forças da natureza. Na obra, que traduz em tempo real os gestos do público em composições inspiradas nos cinco elementos, a IA deixa de ser mera infraestrutura computacional para operar como um organismo vivo e simbiótico, capaz de expandir a nossa percepção sobre os ciclos naturais e consolidar a economia digital como uma linguagem de conexão universal.
O futuro do mercado fonográfico ganha voz e inovação no Music Forward, mostra curada pela Tecla Music que investiga as novas fronteiras da produção, da distribuição e da tecnologia sonora. No centro desses debates e performances estão algumas das mentes mais disruptivas da nova música brasileira: o duo Jotapê e Bruna Black, que desponta globalmente combinando MPB contemporânea e harmonias vocais profundas; o trio de Nova Iguaçu Os Garotin, fenômeno que funde o neo-soul, o funk e o R&Ba uma identidade carioca vibrante; e as cantoras Karol Conka e Carolzinha, referência na fusão de pop, trap e narrativas urbanas hiperconectadas. Juntas a esse time de vanguarda, as apresentações do Space Lab Pitch Musical completam esse ecossistema estético ao lançar luz sobre a música experimental digital, provando que a simbiose entre as ferramentas algorítmicas e a autenticidade orgânica desses artistas é o que dita o ritmo da nova era cultural.
A celebração da produção humana como força motriz da inovação atinge seu ápice na programação musical do RIW Pop&Tech, onde uma vibrante simbiose sonora une os quatro dias do fórum global. Longe de ser apenas entretenimento, o palco torna-se um organismo vivo de celebração coletiva, onde estilos e gerações diversas se somam e se potencializam: o groove histórico e a representatividade de Sandra de Sá abrem os caminhos; a precisão pop de Rodrigo Teaser comanda a segunda noite; o talento multi-instrumentista de George Israel dá o tom na terceira; e a energia contagiante da Banda Eu Convidado encerra o ciclo com o melhor do pop rock nacional e internacional. Essa mistura eclética de linguagens traduz a essência da simbiose cultural desta sexta edição, provando que a verdadeira inovação floresce quando diferentes ritmos, trajetórias e identidades se encontram para criar uma experiência sensorial inesquecível e unificada.

