O álbum Swing & Samba Rock, do Clube do Balanço, completa 25 anos em 2026 como um dos principais registros da retomada do samba rock no Brasil. Lançado no início dos anos 2001, o disco marcou uma geração ao unir samba, soul, funk e música latina em uma sonoridade dançante e urbana, consolidando o grupo como referência do gênero.
O trabalho ganhou destaque por dialogar com a tradição do samba rock paulistano, ao mesmo tempo em que apresentava uma estética contemporânea, conectada às pistas de dança e ao cenário musical independente da época. Com o álbum, o Clube do Balanço ajudou a ampliar o alcance do samba rock, levando o ritmo a novos públicos no Brasil e no exterior.
Ao longo de 25 anos, as faixas de Swing & Samba Rock mantiveram presença constante em bailes, festas e programações especializadas, tornando o disco um título recorrente em listas e coletâneas dedicadas à música brasileira urbana. O álbum também reforçou a importância do samba rock como expressão cultural ligada à dança, ao convívio social e à identidade musical de São Paulo.
Mais do que um disco, ele simboliza um momento histórico: a reafirmação da identidade musical das periferias e dos salões de São Paulo, dialogando com o legado de mestres como Bebeto, Erasmo Carlos, Jorge Ben, Tim Maia e tantos outros, ao mesmo tempo em que projetava uma estética contemporânea, dançante e cosmopolita.
Para celebrar o aniversário do disco, o Clube do Balanço prepara ações comemorativas ao longo do ano, incluindo apresentações especiais e conteúdos dedicados à história e ao impacto do álbum.
Além do relançamento do vinil em edição limitada.
“É com grande satisfação que a banda apresenta a reedição de
um dos álbuns mais importantes de sua discografia, revisitando o som que a
tornou referência no cenário musical brasileiro”, afirma Gringo Pirrongelli.
A celebração dos 25 anos de Swing & Samba Rock reafirma a relevância do Clube do Balanço na cena musical brasileira e o papel do disco como um clássico do samba rock contemporâneo.
Segue a agenda de Shows:
23 e 24/01/26 Sesc Belenzinho: Com a participação da Cantora Paula Lima
Sobre o Clube do Balanço
Criada para durar apenas uma festa, banda vira referência até no exterior.
A banda tem como presidente o guitarrista e vocalista Marco Mattoli. Tereza Gama é a voz feminina. Completam a banda o trompetista Reginaldo 16, o trombonista “Maestro” Tiquinho, o percussionista Fred Prince, o baterista Eduardo “Peixe” Salmaso, o baixista Gringo Pirrongeli e o tecladista Marcelo Maita. Todos eles craques da música com vasta experiência ao lado de grandes nomes da cena brasileira.
O Clube do Balanço é considerado um dos precursores do novo samba-rock, sendo responsável pela propagação do gênero a partir da virada do século, o que levou ao surgimento de diversas casas especializadas, de novos grupos musicais e a redescoberta da dança.
Do primeiro show, na Zona Leste de São Paulo, até os bailes no bar Grazie a Dio, na Vila Madalena, foi um passo. O sucesso foi tanto, que eles se tornaram atração constante no local, sendo acompanhados muitas vezes por nomes como os de Jorge Ben Jor, Paula Lima, Luis Vagner, Marku Ribas, Max de Castro, Simoninha e Seu Jorge, entre outros.
O Clube do Balanço começou sua trajetória fora do país, depois de levar seu samba-rock a diversos estados brasileiros. Foi em 2006 que a banda fez parte de uma coletânea na Nova Zelândia, marcando seu primeiro feito distante da terra natal. O projeto “OE: Brazil” foi gravado na companhia de Max de Castro, Alda Rezende e Funky Buia, entre outros, e rendeu ao Clube do Balanço uma série de shows no país da Oceania, com a divulgação da música “Doin’ It for Brasil”.
O grupo ainda levou sua música para diversos países, entre eles Alemanha, Holanda, Áustria, Reino Unido, França, Espanha, Rússia, Austrália, China e Cingapura.
Em 2025, a banda mais uma vez teve um álbum indicado ao Prêmio Musica Brasileira, dessa vez na categoria Instrumental com o álbum Cadê Tereza. Com 6 álbuns gravados, a banda acaba de lançar pela YB Music e a distribuidora Fuga mais três singles de grande sucesso nos shows, “pacutiquibê” de Marku Ribas, “saudade da preta” e “vício perfeito” do Marco Mattoli agora numa versão instrumental.
