Cantora do Ritaleena lança os primeiros singles de Confete Garoa, álbum que transforma o carnaval de rua em linguagem contemporânea
Uma das vozes mais reconhecidas do carnaval de rua de São Paulo, Alessa inaugura uma nova etapa de sua carreira com o lançamento de suas primeiras músicas autorais. Com a trilogia, a cantora – que faz sucesso à frente do Ritaleena, celebrando o legado irreverente de Rita Lee – propõe uma tradução musical do carnaval paulistano — urbano, contraditório, intenso e profundamente ligado à experiência de viver São Paulo.
Seu álbum de estreia, Confete Garoa, começa a ganhar cor no carnaval de 2026 com o lançamento dos singles Babilônia, Terminal Jd.Fervo e Girl Boss, já disponíveis nas principais plataformas digitais. Mais do que canções carnavalescas, as músicas fazem uma leitura urbana, adulta e contemporânea do carnaval, atravessada pela experiência de viver, trabalhar, desejar e circular pela maior cidade da América Latina.
As três faixas partem da atmosfera da cidade como linguagem central. Em Babilônia, Alessa observa São Paulo em zoom out: a selva de arranha-céus, o neon, a insônia e a irreverência necessária para sobreviver ao caos urbano. O refrão direto funciona como slogan poético de uma cidade exausta e desejante.
Terminal Jd.Fervo opera como uma “canção-mapa” do carnaval paulistano atual. Para isso, nomes de blocos famosos na cidade surgem como “códigos secretos”, enquanto a letra coloca todo mundo no ônibus, no rush, no deslocamento coletivo rumo a esse “lugar-promessa” chamado carnaval.
Já Girl Boss desloca a trilogia para o pós-folia: um pop urbano de inspiração oitentista que ironiza, com humor e erotismo, as contradições entre desejo e produtividade, espontaneidade e planilhas de Excel. A canção explicita um olhar afetivo e feminino sobre o cotidiano, trazendo o corpo e o prazer para o centro da vida adulta.
Com estética visual urbana e futurista, os lançamentos colocam luz em um movimento que já existe em São Paulo: a do carnaval autoral, em que blocos e artistas buscam subverter a lógica “nascida para o trabalho” da cidade, e constroem novas identidades, de alegria, descanso, desejo e criatividade. “A cena musical do carnaval de rua paulistano já é uma realidade. Blocos e cordões há anos cantam não só uma outra cidade possível, mas um carnaval autoral”, afirma a cantora.
À frente do Ritaleena, Alessa levou às ruas em 2026 mais de 40 mil pessoas nos dois desfiles realizados em São Paulo. A intenção, ela esclarece, não é abandonar o sucesso do bloco a partir dos lançamentos autorais. “Os fãs do Ritaleena não precisam se preocupar. A Alessa da peruca vermelha seguirá homenageando a nossa padroeira da liberdade, Santa Rita de Sampa. Os dois trabalhos vão coexistir e, mais do que isso, se alimentar, porque as minhas músicas bebem — e muito — da água do carnaval, da rua, do trio e, claro, da Rita”, conclui.
O Ritaleena fez dois desfiles este ano – em Pinheiros, no pré-carnaval, e em Santo Amaro, no domingo de carnaval –, além de uma série de shows em São Paulo e um em Brasília. A temporada 2026 do carnaval do Ritaleena teve patrocínio de Sympla, Gillette Vênus, Caixa e Governo Federal.
Ouça Confete Garoa nos links abaixo ou nas principais plataformas digitais
Babilônia
Terminal Jd. Fervo
Girl Boss
Sobre Alessa
Com quase 20 anos de carreira, Alessa é cantora, compositora e musicista. Nos últimos 11 anos, alcançou destaque no cenário musical paulistano e nacional com o sucesso do Ritaleena, bloco carnavalesco que homenageia o legado da cantora Rita Lee.
Sobre o Ritaleena
O Ritaleena estreou em 2015 com o objetivo de homenagear a maior artista paulistana, Rita Lee, tradução da cidade de São Paulo em forma de mulher, letra e música. Idealizadoras do bloco e amigas de longa data, Yumi Sakate e Alessa queriam um bloco que fosse a cara da cidade e encontraram na obra de Rita Lee todos os elementos que procuravam: a celebração do feminino, a irreverência e humor, a quebra de paradigmas, a cidade de São Paulo como cenário, a diversidade universal.
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