Após um 2025 marcado por mudanças positivas e uma agenda intensa de lançamentos, editora planeja o novo ano com foco em um catálogo plural, vivo e em expansão
Em um mercado editorial historicamente concentrado, a Ipê das Letras inicia 2026 reafirmando um posicionamento que guiou suas ações ao longo do último ano: bibliodiversidade não é discurso, é prática editorial. Em 2025, a editora passou por um período de crescimento e consolidação, fortalecendo um catálogo marcado pela pluralidade de gêneros, estilos, trajetórias e territórios, e colocando em circulação novas vozes da literatura contemporânea brasileira.
Para a Ipê, fomentar a bibliodiversidade significa criar espaço real para narrativas que nem sempre encontram lugar no circuito tradicional, aproximando autores e leitores por meio de lançamentos que extrapolam o livro e se transformam em encontros, conversas e experiências culturais.
“A bibliodiversidade, para nós, não é um conceito abstrato. É uma escolha diária de curadoria, de escuta e de risco editorial. Nosso papel como editora é ampliar o repertório do que se lê, de quem publica e de quem se reconhece nos livros”, afirma David Thomathi, CEO da Ipê das Letras.
Somente no último mês de 2025, a editora promoveu encontros literários no Brasil e no exterior, passando por cidades como Lisboa, Rio de Janeiro, São Paulo, Niterói e Natal. A agenda reuniu autores consagrados e estreantes, reforçando a proposta da Ipê de transformar lançamentos em espaços de troca e formação de público.
Entre os destaques do período está Somos feitos de histórias: entretenimento de impacto social — e a vida, enfim, de Teresa Lampreia, autora e diretora audiovisual, que integrou a programação com eventos nacionais e internacionais.
Segundo Teresa Lampreia, o livro nasce da necessidade de tratar o entretenimento como uma indústria de impacto social, econômico e cultural. “Escrevi como um ato de transmissão de conhecimento, para quem deseja compreender por que as histórias importam tanto no mundo contemporâneo”, afirma. Para a autora, o entretenimento é hoje um ativo central do soft power global, capaz de influenciar economias, políticas públicas e o imaginário coletivo.
Para 2026
Dando continuidade ao crescimento observado no último ano, a Ipê das Letras inicia 2026 com uma agenda ativa de lançamentos e encontros literários, mantendo o foco em um catálogo plural e em expansão, no fortalecimento da presença nacional e internacional e no desenvolvimento de projetos editoriais conectados aos debates contemporâneos.
Agenda de lançamentos — janeiro de 2026
DEIB – Diversidade, Equidade, Inclusão e Pertencimento nas Organizações: Um Guia Prático de Melhores Práticas Empresariais, de Lu Valente Barros
8 de janeiro, às 19h — Livraria Blooks (Botafogo)
Casos do Além e do Aquém, de Camille Larrubia
10 de janeiro, às 15h — Livraria Blooks (Botafogo)
Uma linda amizade, de Juliana dos Santos
17 de janeiro, às 10h30 — Livraria Pequeno Benjamin
Um homem nunca ganha flores, de Vinícius Marques
18 de janeiro, às 17h — Botanikafé (Pinheiros)
O sapato do pato neto, de Marisol Mendieta
21 de janeiro, às 18h30 — Dona Bauinha (Atibaia)
Dança Escarlate, de Fernanda Serpa
22 de janeiro, às 11h — Biblioteca Municipal Prof. Nelson Foot
Caminhos de Libertação – Vol. II: Caminho Devocional, de Zeferino Costa
24 de janeiro, às 19h — Casa de Portugal (Petrópolis)
Silêncios também falam, de Dan Fagundes
29 de janeiro, às 19h — Rocinante Sebo
SOBRE A EDITORA
A Ipê das Letras é uma editora brasileira dedicada à publicação de literatura contemporânea, com foco na bibliodiversidade e na valorização de novas vozes. Seu catálogo reúne diferentes gêneros, estilos e perspectivas, entendendo a leitura como experiência cultural, lazer e forma de ampliação do imaginário coletivo.
