A abertura acontece com o concerto Floresta Brasileira, nos dias 23, sexta-feira, às 20h, no sábado, 24, às 17h, e 25, domingo, às 11h, na Sala de Espetáculos. Os ingressos serão liberados na primeira semana do ano.
Foto: Rafael Salvador/Divulgação
A abertura acontece com o concerto Floresta Brasileira, nos dias 23, sexta-feira, às 20h, no sábado, 24, às 17h, e 25, domingo, às 11h, na Sala de Espetáculos. Sob regência de Priscila Bomfim, a Orquestra Sinfônica Municipal se apresenta ao lado do Coro Lírico Municipal e do Coral Paulistano, com participação do pianista Hércules Gomes. O concerto marca também as celebrações do aniversário da cidade de São Paulo.
O repertório celebra a exuberância da natureza brasileira, passando por Da Terra, de Cibelle Donza, obra inspirada na sonoridade da Floresta Amazônica, o Concerto para Piano nº 2 em Formas Brasileiras, de Hekel Tavares, o Maracatu de Chico Rei, de Francisco Mignone, e os emblemáticos Choros nº 10, Rasga o Coração, de Heitor Villa-Lobos, que encerram o concerto. Os ingressos custam R$100, a classificação é livre e a duração de 100 minutos, com intervalo.
Priscila Bomfim na regência. Foto: Rafael Salvador.
Ainda no domingo, 25, às 17h, a Orquestra Experimental de Repertório apresenta Mitos Sonoros, na Sala de Espetáculos, com regência de Wagner Polistchuk.
O concerto reúne obras que dialogam com mitos, rituais e paisagens simbólicas da América Latina, incluindo Fanfarra Sul-Americana, de Gilson Santos, Abertura Brasil 2018, de Dimitri Cervo, Nhanderú, de Clarice Assad, Uirapurú, de Villa-Lobos e a Sinfonia dos Orixás: Suíte, de José Antônio de Almeida Prado. A apresentação tem ingressos gratuitos, classificação livre e duração de 60 minutos, sem intervalo.
Nos dias 30, sexta-feira, às 20h, e 31, sábado, às 17h, a Orquestra Sinfônica Municipal apresenta, na Sala de Espetáculos, o concerto Perspectivas Inesperadas, sob regência do maestro Roberto Minczuk e a participação do percussionista Thiago Lamattina.
O repertório terá a Abertura Trágica, de Johannes Brahms, Concerto para Percussão e Orquestra, de Chen Yi, e Sinfonia Doméstica, de Richard Strauss, obra que retrata um dia na vida familiar do compositor e é dedicada a sua esposa. Os ingressos custam R$100, a classificação é livre e a duração de 95 minutos, com intervalo.
Assessoria de imprensa
André Santa Rosa – (82) 99329-6928
[email protected]
Letícia Santos – (11) 97446-0462
[email protected]
SOBRE O COMPLEXO THEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO
O Theatro Municipal de São Paulo é um equipamento da Prefeitura da Cidade de São Paulo ligado à Secretaria Municipal de Cultura e à Fundação Theatro Municipal de São Paulo.
O edifício do Theatro Municipal de São Paulo, assinado pelo escritório Ramos de Azevedo em colaboração com os italianos Claudio Rossi e Domiziano Rossi, foi inaugurado em 12 de setembro de 1911. Trata-se de um edifício histórico, patrimônio tombado, intrinsecamente ligado ao aperfeiçoamento da música, da dança e da ópera no Brasil. O Theatro Municipal de São Paulo abrange um importante patrimônio arquitetônico, corpos artísticos permanentes e é vocacionado à ópera, à música sinfônica orquestral e coral, à dança contemporânea e aberto a múltiplas linguagens conectadas com o mundo atual (teatro, cinema, literatura, música contemporânea, moda, música popular, outras linguagens do corpo, dentre outras).
Oferece diversidade de programação e busca atrair um público variado. Além do edifício do Theatro, o Complexo Theatro Municipal também conta com o edifício da Praça das Artes, concebido para ser sede dos Corpos Artísticos e da Escola de Dança e da Escola Municipal de Música de São Paulo.
Sua concepção teve como premissa desenhar uma área que abraçasse o antigo prédio tombado do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo e que constituísse um edifício moderno e uma praça aberta ao público que circula na área.
Inaugurado em dezembro de 2012 em uma área de 29 mil m², o projeto vencedor dos prêmios APCA e ICON AWARDS é resultado da parceria do arquiteto Marcos Cartum (Núcleo de Projetos de Equipamentos Culturais da Secretaria da Cultura) com o escritório paulistano Brasil Arquitetura, de Francisco Fanucci e Marcelo Ferraz.
Quem apoia institucionalmente nossos projetos, via Lei de Incentivo à Cultura: Shell, Nubank, Bradesco, Atlas Schindler, Elo e IGC Partners. Pessoas físicas também fortalecem nossas atividades através de doações incentivadas.
SOBRE A SUSTENIDOS
A Sustenidos é uma organização referência na concepção, implantação e gestão de políticas públicas na área cultural que já impactou a vida de mais de 2 milhões de pessoas em 25 anos de atuação. Atualmente, é gestora do Complexo Theatro Municipal de São Paulo, do Conservatório de Tatuí e do Musicou, além do projeto especial MOVE e o festival Big Bang. De 2004 a 2021, também foi gestora do Projeto Guri, maior programa sociocultural brasileiro. Eleita pelo prêmio Melhores ONGs a Melhor ONG de Cultura em 2018 e uma das 100 Melhores ONGs do Brasil em 2022, a Sustenidos conta com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, da Prefeitura Municipal de São Paulo e outras, de empresas e pessoas físicas. As instituições interessadas em investir na Sustenidos podem contribuir por verba livre ou através das Leis de Incentivo à Cultura (Federal e Estadual). Pessoas físicas também podem ajudar de diferentes maneiras. Saiba como contribuir no site da Sustenidos.
