Hélio Delmiro + Augusto Martins =
CERTAS COISAS no estúdio
Augusto Martins + Marcel Powell =
CERTAS COISAS no palco
O álbum foi produzido por Moacyr Luz
O projeto “Certas Coisas” nasce.
Gravado ao longo de 2023, esse é um álbum de voz e violão que chegou agora, no final de maio de 2025, aos canais de mídia.
“Certas coisas” é composto por 12 faixas, quatro línguas diferentes (confira repertório abaixo), tudo unificado pelas cordas violonísticas de Hélio Delmiro e as cordas vocais de Augusto Martins.
A aproximação dos artistas teve um cupido: o compositor Moacyr Luz.
Moa tem em Helinho seu grande padrinho musical.
O autor de pérolas como “Vida da minha vida” e “Saudades da Guanabara” produziu um trabalho completo de Augusto, “Minhas digitais”.
Entre as faixas desse álbum entrou a canção de Lulu Santos, “Certas coisas”, que receberia o violão de Delmiro. Contudo, optou-se por arranjo pop. E a ideia foi para a gaveta.
Não por muito.
A trinca, produtor + artistas, decidiu reler a mesma composição, “Certas coisas”, agora com harmonia revirada + voz e violão em duo mpbístico.
Houve um arregalar de emoção!
E a partir desse auspicioso pontapé inicial, um salto: Augusto + Helinho posaram seus talentos a serviço de “Fotografia” (Tom Jobim).
E a guitarra nessa faixa, no disco seminal de 1974, “Elis & Tom”, tem as digitais de Hélio Delmiro.
A partir dessas duas composições, de correntes bem diversas esteticamente, Moa virou uma espécie de treinador da tabelinha entre cordas e vozes.
Sim, violão (guitarra em apenas três faixas) + voz.
Um universo descortinado a dois.
E tudo foi gravado no sótão da casa de Augusto, o aconchegante estúdio “Vale da Tijuca”, espaço onde ansiedades estéticas e tecnologia de ponta servem de argamassa.
Vale e muito ressaltar: é a primeira vez, na longeva carreira de Hélio Delmiro, que o artista grava um trabalho 100% embasado por violão e voz.
Só para condimentar a curiosidade, além das duas canções supra citadas, é possível destacar um clássico norte-americano como “All the way” e a única inédita do repertório: “Acanhado”, primeira parceria de Moa e Helinho em 50 anos de convívio.
O repertório completo é um gol atrás do outro.
Helio Delmiro descansa o violão e dedilha palavras:
“Cumplicidade total! Estivemos muito bem nas emoções. Rendimento acima do que um duo
pode oferecer!!! Espetacular!!! Profí!!! Grande demais pra ser duo! Som impecável; tudo absolutamente original; interpretação perfeita!”
Em junho do ano passado, 2024, infelizmente, Hélio Delmiro sentiu-se mal durante show no Sesc paulistano.
Internação, adaptação a um novo quadro de saúde, mudança do Rio de Janeiro para Brasília, onde agora vive próximo à família.
Em comum acordo, Hélio e Augusto decidiram pela subida do tão intrigante projeto para o streaming nas próximas semanas.
Sem condições, nesse momento, de voltar aos palcos, Helinho abençoou a chegada de um outro craque, nome de sobrenome mítico nos violões, para tal empreitada: Marcel Powell.
O filho mais novo do imortal Baden vai assumir a transposição de “Certas coisas” dos canais digitais para a materialidade dos palcos.
Marcel e Augusto têm largo currículo de trabalho.
Em 2013 lançaram o álbum “Violão, voz e Zé Ketti”, devotado ao imenso sambista.
E se conhecem de palco como companheiros de time que há muito se entendem apenas pelo olhar. Ou melhor, pelo ouvido.
Augusto Martins descansa melodias por palavras:
“Certas Coisas” foi desses encontros mágicos na vida de um artista. Hélio é um gigante e a
sinergia foi indescritível. Tudo sem ensaio. “Compusemos” o álbum no estúdio. Acho que ajudou a construir um “portal” pro planeta música… Em especial com as bênçãos do Moa! E o que dizer do amigo e mestre Marcel Powell? Sabe tudo e chega com tudo pra, generosamente, fazer seguir essa riqueza harmônica e beleza infinitas que o Hélio criou. Marcel tem o domínio absoluto do violão e tem no Hélio uma referência fundamental!”
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Link álbum “CERTAS COISAS” _ já 100% no streaming
https://mills-publishing.reprtoir.io/s/track_playlists/111146c3-2b5b-4d6f-911a-ff90834c4f67
O repertório de “Certas coisas”: 12 faixas
Fotografia (Tom Jobim) – (violões: Hélio Delmiro)
Como vai você (Antonio Marcos e Mario Marcos) – (violão: Hélio Delmiro)
Jardin d’hiver (Benjamin Biolay e Keren Ann Zeidel) – (guitarras: Hélio Delmiro)
Certas coisas (Lulu Santos e Nelson Motta) – (violões: Hélio Delmiro)
Contigo aprendi (Armando Manzanero) – (guitarras: Hélio Delmiro)
Se alguém telefonar (Alcyr Pires Vermelho e Jair Amorim) – (violão e guitarra: Hélio Delmiro)
All the way (Jimmy Van Heusen e Sammy Cain) – (violões: Hélio Delmiro)
Acanhado (Hélio Delmiro e Moacyr Luz) – (violões: Hélio Delmiro)
Fé cega, faca amolada (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos) – (violão: Hélio Delmiro)
Sinal Fechado (Paulinho da Viola) – (violão: Hélio Delmiro)
Bye Bye Brasil (Chico Buarque) – (violões: Hélio Delmiro)
De repente (Lulu Santos e Nelson Motta) _ (violão: Hélio Delmiro)

